A Unilever lançou, em 2019, escolheu o mercado de produtos naturais e veganos para lançar a marca Love Beauty, de produtos para cabelos. São aquelas derivadas de plantas, animais, minerais ou microrganismos, ou seja, são derivadas de substâncias encontradas naturalmente no nosso planeta. Os ingredientes também podem ser de origem natural, quando produzidos através de um processamento físico ou químico de uma matéria-prima natural. Para mostrar como funciona o desenvolvimento de uma fórmula de Clean Beauty, é aromaterapia super importante entender a diferença entre o que significa um ingrediente natural, orgânico e vegano. Caso você tenha ficado com alguma dúvida sobre esse assunto ou queira saber ainda mais sobre cosméticos veganos, cruelty free e naturais, é só deixar um comentário ou mandar uma mensagem através das redes sociais. Geralmente produtos cruelty free possuem um selo na embalagem como uma forma de indicar ao público que aquele cosmético é seguro para quem não quer comprar produtos que usam animais como cobaias.
Kit Cabelos e Lábios Nutridos
Os produtos naturais são aqueles cuja composição provém majoritariamente de ingredientes de origem natural, originados de plantas, animais, minerais ou microrganismos, com poucos ou nenhum elemento sintético ou artificial. Alguns exemplos de ingredientes naturais são a babosa (ou aloe vera) e a camomila, presentes em diversos produtos para a pele e cabelos. Cosméticos veganos são cosméticos que não contêm produtos de origem animal (leite, mel, cera de abelha) e não são testados em animais. Nem mesmo suas matérias-primas podem ser testadas em animais. Muita gente pega um produto vegano na prateleira achando que é um produto natural, mas não existe correlação entre os dois.
Termos & Condições
Isso porque os produtos cruelty free são aqueles que não são testados em animais. No entanto, isso não garante que não há matérias primas de origem animal na sua composição. O mais legal é que o impacto positivo que esses produtos geram na preservação da flora acaba beneficiando todo o ecossistema, já que os bichinhos têm papel fundamental no seu equilíbrio.
Produtos tradicionais podem causar danos ao organismo
Pego a parte boa da aloe vera que eu cultivo em casa, misturo com argila e faço uma máscara poderosa desintoxicante. É importante ressaltar que não pode ser qualquer argila, tem que ser uma orgânica certificada, de fonte sustentável para que você conheça os minerais que estão ali presentes. Outros selos veganos carregam a palavra “vegano” ou “vegan”, ou até mesmo um desenho de uma plantinha.
São obtidas através do método de cultivo orgânico, ou seja, são ingredientes exclusivamente de origem vegetal, com produção sustentável e renovável. E para um cultivo ser considerado orgânico, ele deve combinar as melhores práticas ambientais, um elevado nível de biodiversidade e a preservação dos recursos naturais. Com a evolução da tecnologia, já conseguimos recriar em laboratório algumas substâncias da natureza usando fórmulas químicas. Portanto, nem todo produto à base de matéria-prima natural é literalmente extraído da natureza. O foco do movimento é usar ingredientes considerados não-tóxicos (mesmo que seja só uma suspeita!) e comprovadamente seguros. Ativos naturais podem sair na frente nesse quesito, mas ingredientes feitos em laboratório também entram na lista.

É claro que os resultados não serão da noite pro dia, até porque os danos que já foram causados à vegetação são enormes. Mas pouco a pouco, é possível, sim, recuperar nossa flora consumindo itens 100% veganos. Esses produtos surgiram pra combater o sofrimento e a exploração animal, tão presente na produção e nos testes de diversos produtos consumidos no dia a dia, principalmente cosméticos, itens de higiene pessoal, alimentos e roupas.
Os selos estão na embalagem para identificar que tipo de produto é aquele, o que facilita muito a vida do consumidor. Um produto vegano não pode possuir nenhum componente de origem animal ou ser testado em animal. Esses componentes não são bons para saúde, podendo levar ao desenvolvimento de reações alérgicas, e contribuem para o surgimento de doenças como o câncer. Por isso é sempre interessante optar por um produto orgânico. Portanto, abraçar os cosméticos veganos impulsiona uma cadeia de solidariedade e sustentabilidade que pode mudar o planeta em que vivemos e que deixaremos para as próximas gerações.
Um exemplo de produto normalmente não-vegano, que se torna vegano quando criado de forma sintética é a queratina. Inclusive, na nossa linha Vert da Panvel, temos alguns produtos para o cabelo com fragrância queratina & macadâmia. O shampoo e o condicionador Vert Queratina & Macadâmia, por exemplo, unem o poder nutritivo da macadâmia com o brilho, volume e resistência proporcionados pela queratina – isso sem nenhum bichinho ser utilizado no processo. Nosso compromisso é entregar fórmulas veganas, cruelty free, seguras e extremamente eficazes, com muita ciência e tecnologia envolvida, sem descuidar da sustentabilidade. Há uma diferença entre ingrediente natural e derivado natural. O primeiro engloba substâncias de origem vegetal, inorgânica mineral (como argila) ou animal, que não sofreram transformações químicas.
“Em média, a Ecocert certifica que os produtos contém 99% de ingredientes de origem natural”, diz o site da certificadora. Para um produto ser natural, ele deve ser composto por 95% de ingredientes de origem natural e 5% de ingredientes orgânicos. Porém, se o consumo de produtos de origem animal der lugar aos produtos veganos, a necessidade de desmatar terras pra criação de animais pode diminuir bastante.
O produto natural não é necessariamente artesanal ou feito em casa. Seus fabricantes podem recorrer a conservantes naturais para manter a eficácia. Alguns óleos essenciais são conservantes naturais poderosíssimos.
Assim, um produto pode ser vegano, mas ter vários ingredientes sintéticos. Enquanto os naturais podem ter ingredientes de origem animal, como o mel, por exemplo. Qual a principal diferença de componentes entre os cosméticos naturais e os tradicionais?
Mesmo aqueles consumidores que nunca utilizaram itens com essa pegada consideram os produtos orgânicos como a solução para uma vida mais saudável e sustentável. José Youssef, diretor comercial da Use Orgânico, analisa que, embora ainda exista uma associação dos “cosméticos verdes” com causas socioambientais, a maior motivação para o uso desses produtos é a preocupação com a saúde. Os veganos ajudam a contribuir com a diminuição da exploração animal, que ocorre por meio da extração de alguns ingredientes dos bichinhos. E, para ser vegano, um produto não pode ser testado e nem ter ingredientes desta origem. Porém, para ser um cosmético natural de verdade, é preciso ter uma formulação com ingredientes naturais e sem componentes sintéticos.
A indústria de cosméticos, aparentemente, alinhada com a preocupação pela saúde e pela natureza. Pelo menos é o que temos acompanhado pelos meios de comunicação. Existem ainda os ingredientes análogos ao natural, que são moléculas sintetizadas de maneira idêntica a moléculas já existentes na natureza. Eles são usados quando a obtenção da matéria-prima natural é muito rara ou difícil, quando sua forma natural é tóxica para o consumidor ou ainda quando o seu consumo causa o desequilíbrio de um ecossistema. Dizer que um produto “contém crueldade” pode parecer um pouco estranho, mas esse é o termo utilizado pela indústria que se posiciona a favor dos direitos dos animais, como é o caso do veganismo e do vegetarianismo.
Não à toa, uma máscara de cílios natural tem validade de três meses, assim como a tradicional. A validade só é comprometida quando o conservante não é de qualidade. O site Greenme possui uma lista de ingredientes de origem animal que podem ser encontrados em cosméticos, para acessar basta clicar aqui. Não, apesar de usarmos diversos ingredientes naturais e derivados naturais. Como saber se o cosmético é orgânico ou tem ingredientes orgânicos? Fique atento ao selo de Produto Orgânico Brasil e também ao selos de certificadoras, como Cosmos Organic, Natrue Organic.
